Tabela fipe Ipva mg sp rj

Tabela fipe Ipva mg sp rj 3A Kombi foi um automóvel utilitário produzido pela Volkswagen. Foi fabricada ininterruptamente no Brasil de meados de 1956 até 18 de dezembro de 2013, quando por força de um decreto, os carros a partir de 2014, deveriam ser dotados de freio tipo ABS e possuir air-bag frontal duplo (para o condutor e passageiro do banco dianteiro). É considerada a precursora das vans de passageiros e carga.

Sua construção robusta monobloco (sem chassi), suspensão independente com barras de torção, além da excêntrica posição do motorista no carro (sentado sobre o eixo dianteiro e com a coluna de direção praticamente vertical), o tornam um veículo simples e robusto, de baixo custo de manutenção. Sua motorização é um caso a parte: embora os modelos recentes possuam motores mais modernos, durante 50 anos o motor que equipou o veículo no Brasil foi o tradicional “boxer” refrigerado a ar, simples e muito resistente. Tal durabilidade geralmente superava em muito a do resto do carro, sendo comum nas ruas brasileiras ver carros totalmente destroçados, porém com o motor rodando perfeitamente. A despeito disso, a Kombi é um carro que, se usado dentro das especificações padrão, pode durar um longo período.

Índice [esconder]
1 História
2 Tipos de carrocerias
3 Modelos
4 Controvérsias
5 Breve história no Brasil
6 Características técnicas
6.1 Kombi 1200 (1957-1966)
6.1.1 Pesos
6.1.2 Motor 1200
6.1.3 Desempenho
6.2 Kombi 1500 (1967-1975)
6.2.1 Motor 1500L
6.2.2 Desempenho
6.2.3 Dimensões externas
6.2.4 Pesos
6.3 Kombi Clipper (1976-1996)
6.3.1 Motor
6.3.2 Desempenho
6.3.3 Motor diesel
6.3.4 Desempenho
6.4 Kombi Carat (1997-2005)
6.4.1 Motor
6.4.2 Desempenho
6.5 Kombi Carat com refrigeração a água (2006-2013)

Tabela FIPE carros

IPVA RJ

6.5.1 Dimensões externas
6.5.2 Compartimento de carga
6.5.3 Pesos
6.5.4 Motor
6.5.5 Desempenho
7 Gerações
8 Ver também
9 Referências
10 Ligações externas
História[editar | editar código-fonte]
O nome Kombi vem do alemão Kombinationsfahrzeug que quer dizer “veículo combinado” (ou “veículo multi-uso”, em uma tradução mais livre). O conceito por trás da Kombi surgiu no final dos anos 1940, ideia do importador holandês Ben Pon, que anotou em sua agenda desenhos de um tipo de veículo inédito até então, baseando-se em uma perua feita sobre o chassi do Fusca. Os primeiros protótipos tinham aerodinâmica terrível, porém retrabalhos na Faculdade Técnica de Braunschweig deram ao carro, apesar de sua forma pouco convencional, uma aerodinâmica melhor que a dos protótipos iniciais com frente reta. Testes então se sucederam com a nova carroceria montada diretamente sobre a plataforma do Fusca, porém, devido a fragilidade do carro resultante, uma nova base foi desenhada para o utilitário, baseada no conceito de chassi monobloco. Finalmente, após três anos passados desde o primeiro desenho, o carro ganhava as ruas em 8 de março de 1950.

A kombi se tornou um dos principais símbolos da contracultura hippie, de 1960 até hoje
O grupo Brasmotor passou a montar o carro no Brasil em 1953 e a partir do dia 2 de setembro de 1957 sua fabricação – o que faz do veículo o primeiro Volkswagen fabricado no Brasil, e o que esteve por mais tempo em produção.

Em 2006 este veículo (modelo T2 Microbus) foi protagonista do filme Little Miss Sunshine,1 sendo que boa parte do filme é passada com cenas neste veículo.2

Tipos de carrocerias[editar | editar código-fonte]
A Kombi está (ou já esteve) disponível no Brasil como: A versão Standard veio para o Brasil inicialmente com a designação Kombi – do alemão Kombinationsfahrzeug, refletindo a natureza multiuso desta versão em particular, que poderia ser utilizada como veículo de carga (sem os bancos) ou de passageiros/família (com os bancos). Posteriormente o nome acabou servindo para designar toda a linha no Brasil.

Durante a produção no Brasil, a versão Standard apresentou várias configurações, como a atual “Escolar” para doze passageiros, ou Luxo, apresentada nos anos 1950 e 60 como transporte para famílias; este nicho de mercado é hoje ocupado pelas “mini-vans” tais como a GM Zafira e Renault Scenic. Mais recentemente, o tipo “Standard” ganhou o modelo “Lotação”, logo após a legalização do uso deste tipo de veículo para transporte público.

A versão “Trailer” era uma versão “motorhome” produzida pela Karmann, baseada no modelo Pick-Up.

Um modelo Diesel chegou a ser produzido no Brasil. Utilizava o motor do Passat (atualmente carros de passeio não podem ter motores Diesel no mercado interno), com cilindrada alterada para 1600cc, e um nada discreto radiador montado na dianteira. Aparentemente o radiador não foi bem dimensionado para o layout ou para o tipo de motor, pois o modelo não agradou nas vendas justamente por superaquecer, dentre outros problemas.

Todas as versões representadas acima estiveram disponíveis com todas as versões de carroceria – exceto a versão Pick-up, que saiu de linha em 2000, sem jamais terem passado pela segunda reestilização ou terem ganho o motor 1.400cc refrigerado à água, restando apenas as versões standard e furgão.

Em uma interessante ironia, detalhes legais não permitem mais o tipo de uso combinado que deu nome ao carro no Brasil – o motorista não pode mais carregar carga num modelo de passeio retirando os bancos, nem carregar pessoas num modelo de carga.

Modelos[editar | editar código-fonte]
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Kombi Samba
Na Europa (e na maior parte do mundo) a Kombi (conhecida como “Transporter”, “Type 2″, “Kombi” ou mesmo “Combi”) foi produzida em sua forma tradicional até final dos anos 1970, quando deu lugar a um utilitário de tração dianteira e motor refrigerado a água, que chegou a ser importado para o Brasil sob os nomes “Eurovan” e “Transporter”. Curiosamente, foi o único modelo derivado do Fusca a evoluir além do motor boxer refrigerado a ar (isso excluindo o VW Gol, que possuía apenas o motor em comum). Em Portugal recebeu o nome carinhoso de “Pão de forma”.

Da versão brasileira, entretanto, não se pode dizer o mesmo. A carroceria se manteve basicamente a mesma do modelo original, sendo que a versão vendida entre 1976 e 1996 era uma amálgama entre as “gerações” 1 e 2 da Kombi alemã, única no mundo (como basicamente toda a linha “a ar” da Volkswagen do Brasil). A versão pós 97 na verdade é praticamente o mesmo modelo produzido na Alemanha entre 1972 e 1979 (T2b, Clipper), com porta lateral corrediça, tampa do porta malas mais larga, redução do número de janelas laterais para três em cada lado, além de teto mais elevado, única alteração verdadeiramente “original” feita nessa ocasião.

Em dezembro de 2005 ocorreu a mais recente modificação implementada pela marca, com adoção de motorização refrigerada a água e painel semelhante aos automóveis “de entrada” da marca (Gol e Fox). A mudança de motorização, para se adequar aos novos padrões brasileiros de emissões, selou, de forma discreta, o fim do motor boxer refrigerado a ar, que impulsionou vários Volkswagen durante mais de setenta anos.

Controvérsias[editar | editar código-fonte]
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A Kombi é montada no Brasil manualmente, da mesma forma que há cinquenta anos. Embora isso demonstre a viabilidade do projeto original, tal sobrevida se deve muito mais à peculiaridade da economia e sociedade brasileira, onde um anacrônico modelo divide as ruas (e o mercado) com modelos muito mais modernos.

Nos anos 70, 80 e 90 a VW adotou uma política de que “em time que está ganhando não se mexe” e evitou adotar mudanças que visem o conforto e a segurança no veículo. A “nova” Kombi Clipper lançada em 1976 não acompanhou a evolução do modelo que era vendido na Europa e EUA e certas falhas de projeto persistiram por anos a fio. Alguns ítens de segurança como freios de duplo circuito, pisca alerta, cintos de segurança, extintor de incêndio, retrovisores externos só foram adotados por pressão e exigencia do órgão de trânsito (Contran). Embora sua robustez e confiabilidade não encontrem adversários a altura, a idade do projeto começa a pesar, seja no tamanho (grande e ultrapassada demais para competir com minivans, pequena demais para competir com as vans atuais), seja no design (a nova grade dianteira do radiador, embora encontre alguma aceitação, certamente demonstra não se harmonizar com o conjunto). Embora altamente popular, a obrigatoriedade de ABS e air-bags a partir de 01 de janeiro de 2014, fez com que o modelo saísse de linha.

Breve história no Brasil[editar | editar código-fonte]
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Escola Técnica Brasmotor
1950: Ano de seu lançamento na Alemanha e inicio das vendas no Brasil, importada pelo Grupo Brasmotor (proprietário da marca Brastemp). Na traseira havia uma grande tampa do motor, que deu origem ao apelido “barndoor” (porta de celeiro). A Kombi era equipada com motor de 1100cc e 25cv. A partida era elétrica (na chave) ou manual (na manivela)
1952: Câmbio com 2ª, 3ª e 4ª marcha sincronizada. Vidro traseiro e para-choque traseiro foram adotados. Lançamento da versão pick-up e da versão de passageiros com 15 janelas, apelida de Samba.
1953: Início da montagem no Brasil, com as peças importadas (o chamado “sistema CKD”, “Completely Knocked Down) ainda pelo Grupo Brasmotor.
1954: Motor 1200cc de 36cv
1956: Nova lanterna traseira
1957: A Kombi começa a ser produzida no Brasil no dia 2 de setembro, com 50% de nacionalização de peças. O motor e câmbio ainda era importados 1200cc de 36 cv; câmbio “casca de amendoim” com 1ª seca e sistema elétrico de 6 volts; o ultimo chassi produzido em 1957 era o número 371.
1958: último chassi produzido: 5190
1959: 06/59-> Câmbio de 4 marchas totalmente sincronizado (a Kombi foi o 1º veículo brasileiro com 1ª marcha sincronizada); 08/59-> motor 1200 passa a ser produzido no Brasil; a Kombi Luxo ganha tubos e batentes de proteção nos para-choques; a numeração do chassi passa para a chapa lateral do motor, ao lado da bateria; a manivela de partida também foi abandonada.

Linha de Montagem da Kombi
1960: Tampa do porta malas com vinco meia lua, atrás da maçaneta; maçaneta interna da porta lisa; 06/60: Lançamento da versão “Turismo”, adaptada para camping.
1961: 27501-> para melhorar o conforto dos passageiros do banco da frente a alavanca de câmbio e freio de mão foram posicionados mais a frente / 29601 (04/61)-> o painel ganha marcador de combustível elétrico / fim da torneira de reserva / 31001-> são adotadas luzes de seta na frente (pisca tetinha) e uma nova lanterna traseira, maior e com a lente desmontável em caso de quebra (com parafusos aparentes) contando agora com lanterna e luz de seta; nova chave de seta / 41187(12/61) haste do garfo de embreagem preso por estria e anel elástico (antes somente parafuso e porca)
1963: Adoção de vidros curvos nas laterais traseira; nova haste na tampa do motor; chassi B3-068.828 (02/63)-> prisioneiros nas tampas laterais do diferencial.
1964: Novo pisca dianteiro oval / B4-070.778 (03/64)-> mola deslizante na tampa do motor / B4-075.326-> a dobradiça das portas do salão com bucha e pino (antes era só o pino) / B4-079.373-> coifa de borracha na alavanca do freio de mão / B4.080.814-> chapa inferior do painel (porta-luvas) com cantos arredondados / B4-081.509 (12/64)-> chave de ignição e trava na coluna de direção, 10 aletas de refrigeração do motor “pra dentro” (em todos os modelos, exceto o modelo 201), borda nos paralamas traseiro, terminais de direção com lubrificação permanente (sem engraxadeira) / B4-081.998 (12/64)-> relê de pisca preso por parafuso
1965: B5-086.102-> dois esguichos no lavador de parabrisas (brucutu) / B5-086.681-> trinco do quebra vento igual ao Fusca / 03/65-> padronizado o tamanho das baterias, nova cinta de fixação
1966: 04/66-> estepe preso por suporte / 05/66-> cebolinha do óleo com bornes de encaixe / 06/66-> cebolinha do freio com bornes de encaixe / 08/66-> coifas de proteção contra poeira nos cabos de vela (lado da vela)
1967: 01/67-> Motor 1500cc com 52cv; Lançamento da versão “Pick-up”; bancos individuais na dianteira; limpador de parabrisas de 2 velocidades com botão “de girar”; novo reservatório do lavador de parabrisas; bornes de encaixe em toda a parte elétrica, rodas aro 14 com pneus diagonais 7.35-14; barra estabilizadora na dianteira; nova relação na caixa de redução (1:1,26); tampa de acesso a bóia do tanque; opcional: diferencial blocante para trafegar em terrenos com pouca aderência / B7-111.888-> 10 aletas de refrigeração do motor dobradas “pra dentro” no modelo 201
1968: 01/68-> Sistema elétrico de 12 volts; botão do limpador de parabrisas “de puxar”; para-choques de lâmina lisa
1970: A Kombi ganha cintos de segurança e extintor de incêndio.
1973: Volante de motor maior e nova embreagem com guia de rolamento; BH-294401 (05/73) -> cubo do volante mais largo, chave de seta em plástico.
1974: Botões do painel em plástico preto com desenho indicativo de suas funções, retrovisor externo na direita
1975: Filtro de ar “seco” com elemento de papel; portinhola do tanque perde a trava
1976: Primeira reestilização, motor 1600cc. Inicialmente a Volks pretendia fazer a reestilização completa, deixando a Kombi nacional com a porta corrediça e as três janelas grandes e cada lado, mas, aparentemente para cortar custos, a fábrica escolheu combinar a frente (com as portas dianteiras) e a traseira (apenas as lanternas) do modelo internacional com a carroceria do modelo nacional, de 12 janelas laterais, tornando assim a carroceria do modelo fabricado de 1976 a 1996 uma exclusividade brasileira. O alternador passa a ser opcional. Modulador de frenagem no eixo traseiro e servofreio. Adoção de cardan e cruzetas nos semi-eixos traseiros; 09/76-> vidro lateral basculante fixo por 2 dobradiças
1978: Adoção de junta homocinética nos semi-eixos traseiros; motor 1600 com dupla carburação, novo trambulador e varão do câmbio, mais macio
1979: Reforços na lataria garantem maior rigidez estrutural
1981: Início das vendas do modelo com motor Diesel, refrigerado a água e radiador dianteiro. Utilizava o motor Diesel 1,5l que equipava o Passat exportação. Em 1981 os piscas traseiros voltam a ser na cor âmbar (eram vermelhos de 1976 a 1980).
1982: Novo lançamento: Pick-up Kombi com cabine-dupla.
1983: A Kombi ganha freios a disco na dianteira, novas rodas e calotas de perfil plano semelhante ao Fuscão.
1984: Encosto de cabeça e cintos de 3 pontos nos bancos dianteiros.
1992: A Volksawagem adota os primeiros equipamentos antipoluição, como catalisador e cânister.
1997: Segunda reestilização, porta lateral corrediça. Finalmente o modelo ganhava porta corrediça e carroceria semelhante aquela conhecida no resto do mundo, embora o teto elevado em 11 cm seja único do modelo brasileiro.
1998: Motor 1600 com injeção eletrônica.
2000: Último ano de fabricação da versão pick-up.
2006: Novo Motor flex 1400cc refrigerado a água, introdução da grade dianteira para o radiador (essa grade é um pouco diferente da grade que já havia sido usada na Kombi a diesel nos anos 80) e painel de instrumentos com novos mostradores semelhantes aos do VW Fox da mesma época. No mesmo ano foi lançado a Serie Prata, edição limitada a apenas 200 unidades, destinadas a colecionadores, marcando o encerramento da produção do motor arrefecido a ar da Volkswagen do Brasil. A carroceria pintada na cor “Prata Light Metálico” é o maior diferencial da Kombi Série Prata, além de vidros verdes, acabamentos nos faróis e para-choques em “Cinza Cross”, piscas dianteiros com lentes brancas, lanternas traseiras fumês, pelo desembaçador do vidro e pelo logotipo “Kombi Série Prata”.
2007: Lançamento da chamada “Kombi edição 50 anos” é uma edição comemorativa que a Volkswagen com apenas 50 unidades produzidas, talvez a mais colecionável de todas as edições nacionais, seu maior destaque é a sua pintura do tipo “saia e blusa” vermelha e branca, em homenagem a primeira geração da Kombi. Seus equipamentos de série eram: vidros verdes, pára-brisa degrade, piscas dianteiros com lentes brancas, lanternas traseiras fumê, desembaçador do vidro traseiro, luz no cofre do motor e adesivos externos que identificam a série, inclusive no painel acima do local do rádio. A serie tambem contava com o luxo de ter uma carta de congratulação assinada pelo presidente da VW do Brasil.

Volkswagen Kombi TotalFlex.
2009: As mudanças são discretas. Há a adoção do “brake-light” (terceira luz de freio) de série na extremidade do teto, e nova grade dianteira levemente reestilizada com novas aletas para refrigeração.
2013: Último ano de fabricação da Kombi. A ultima Kombi foi produzida às 22h, quarta-feira, dia 18 de dezembro de 2013. Segundo o presidente do Sampa Kombi Clube, Eduardo Gedrait, a unidade de chassi EP 022.526 foi a última e será guardada no acervo da montadora. Uma versão especial foi criada com apenas 1200 unidades produzidas. As unidades serão numeradas com placa de identificação no painel. Nas laterais também se destacam os adesivos que identificam a série especial “56 anos – Kombi Last Edition’. A “Last Edition”, assim como sua irmã mais velha, a edição de 50 anos, ganhou a pintura “saia e blusa” com os tons de azul e branco, homenageando novamente a sua primeira geração, também recebendo outras características e acessórios de época da Kombi de luxo nos anos 50, 60 e 70, tais como pneus com faixa branca, calotas e rodas pintadas de branco. O interior da Kombi Last Edition traz cortinas em tear azul nas janelas laterais e no vigia traseiro com braçadeiras que trazem o logotipo “Kombi” bordado, um elemento de decoração típico das versões mais luxuosas das décadas de 1960 e 1970. Os bancos têm forração especial de vinil: bordas em Azul Atlanta e faixas centrais de duas cores (azul e branca). As laterais e as costas dos assentos têm acabamento de vinil expandido Cinza Lotus. O revestimento interno das laterais, portas e porta-malas também é de vinil Azul Atlanta, com costuras decorativas pespontadas. O assoalho e o porta-malas são recobertos por tapetes com insertos em carpete dilour Basalto, mesmo material que reveste o estepe fechando com chave de ouro o interior mais nostálgico de todas as versões. O comprador também leva sistema de som em LEDs vermelhos, lê arquivos MP3 e possui entradas auxiliar e USB. Dentro do porta-luvas, o manual do proprietário vem com uma capa especial comemorativa. A Kombi “Last Edition” inicialmente teria 600 unidades produzidas, numero felizmente aumentado para 1200 posteriormente pela Volkswagen devido a tamanha demanda de procura pelo ultimo modelo, com colecionadores e amantes deste modelo historico interessados até no exterior. A série especial Last Edition foi produzida pela empresa especializada em transformações veiculares Rontan, localizada na cidade paulista de Tatuí, que recebeu o lote de 1200 Kombis “normais”, portanto a Last Edition não seria necessariamente uma versão, mas sim uma customização. A ultima Kombi desta edição, de numero 1200/1200 foi levada para a matriz na Alemanha e ganhou lugar reservado no museu de veículos comerciais do grupo Volks em Hannover.

Enem 2015 2016 sisu prouni

enem sisu prouni 2015 2016 11Em Portugal – segundo a Lei de Bases do Sistema Educativo – o ensino superior constitui uma das componentes da educação escolar, para além do ensino secundário e do básico. Por sua vez, o ensino superior compreende o ensino universitário e o ensino politécnico.2 3 4

O ensino universitário é orientado por uma constante perspetiva de investigação e de criação do saber. Visa assegurar uma sólida preparação científica e cultural e proporcionar uma formação técnica que habilite para o exercício de atividades profissionais e culturais e fomente as capacidades de concepção, de inovação e de análise crítica. O ensino universitário realiza-se em universidades e em institutos universitários ou outras escolas universitárias não integradas.2 5

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O ensino politécnico é orientado por uma constante perspetiva de investigação aplicada e de desenvolvimento dirigido à compreensão e solução de problemas concretos. Visa proporcionar uma sólida formação cultural e técnica de nível superior, desenvolver a capacidade de inovação e de análise crítica e ministrar conhecimentos científicos de índole teórica e prática e as suas aplicações com vista ao exercício de atividades profissionais. O ensino politécnico realiza-se em escolas superiores ou outras escolas politécnicas, que podem associar-se em institutos politécnicos ou integrar-se em universidades.2 5

As instituições de ensino superior portuguesas integram-se na rede pública ou na rede privada. A rede pública é mantida pelo Estado e inclui as instituições de ensino superior público universitário, de ensino superior público politécnico e de ensino superior militar e policial. A rede privada inclui as instituições de ensino particular e cooperativo mantidas por empresas privadas ou por cooperativas de ensino e as instituições de ensino superior concordatário mantidas pela Igreja Católica.

Busca cep correios

busca cep correios 7Busca cep correios;

Rio de Janeiro[editar | editar código-fonte]
Na cidade do Rio de Janeiro, antigo Distrito Federal, e mais tarde Estado da Guanabara, o antigo Departamento de Correios e Telégrafos utilizava as Zonas de Correio, ou ZC, que em algumas vezes eram atribuídas para pequenos trechos das principais vias comerciais da então capital do Brasil.

Alguns exemplos das antigas Zonas de Correio são:

ZC 00 – nas imediações da Praça Pio X
ZC 01 – nos bairros da Glória, Cosme Velho, Laranjeiras e Catete
ZC 02 – em Botafogo
ZC 07 – em Copacabana
ZC 11 – na Vila Isabel, no Grajaú e no Andaraí
ZC 20 – nos bairros de Leblon, Gávea, Jardim Botânico
ZC 21 – para o trecho da Avenida Rio Branco em torno do número 110
ZC 28 – na ilha de Paquetá
ZC 32 – na Ilha do Governador
ZC 37 – em Ipanema
ZC 58 – nas imediações da Praça da República
ZC 82 – na Urca
ZC 89 – em Jacarepaguá.
Esse sistema perdurou até 1975, pois mesmo depois da implantação do CEP com cinco dígitos para as localidades do Brasil e para os logradouros da cidade de São Paulo, em 1970, a correspondência destinada à cidade do Rio de Janeiro tinha o formato CEP 20000 – ZC 00. A partir de 1975 a cidade foi dividida em diferentes setores postais, e os bairros foram numerados de 20000 a 23700.

busca cep correios

 

Exemplos:

200xx – Centro
202xx – Rio Comprido
20397 – Ilha de Paquetá
205xx – Grajaú
208xx – São Cristóvão
210xx – Méier
220xx – Copacabana
222xx – Flamengo
230xx – Bangu
237xx – Santa Cruz
Em 1991, como no resto do país, os códigos postais dos logradouros da cidade do Rio de Janeiro passaram também para o formato de oito dígitos 20000-000.

Unhas decoradas 2015 novidades

????????????????????????????????????????????????????????????????????A onicocriptose, ou o termo popular unha encravada, é uma dor ou inflamação que ocorre no dedo quando a borda lateral da unha fere a pele adjacente, enterrando-a ao seu redor. Isto acontece porque a pele forma uma barreira ao crescimento da unha e, como esta é mais dura e não pára de crescer, ela adentra a pele causando os sintomas mais comuns como dor e inflamação. As causas mais prováveis são o corte de maneira incorreta da ponta das unhas e sapatos apertados. Ocorre mais comumente nas unhas dos pés mas também raramente afeta as mãos.1

A onicocriptose também pode ocorrer por tropeções, queda de objetos sobre a unha provocando maior afluxo sanguíneo para o local, o que propicia um adelgaçamento da pele do sulco ungueal e consequente ruptura da mesma facilitando a penetração de bactérias.2

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A maneira correta de cortar as unhas é aparar apenas a borda anterior da placa ungueal (unha) e jamais cortar suas bordas laterais. Se as bordas laterais forem deformadas, as irregularidades criadas pelo corte incorreto associadas à pressão do sapato, ao peso corpo e ao sentido do crescimento da unha farão com que haja lesão da pele circunvizinha. Deve-se evitar também cortar as unhas muito curtas, deixá-las retas em sua borda anterior, não tentar “arredondar” o corte em direção às bordas laterais.

O tratamento depende da gravidade do quadro clínico.3

Em casos leves a moderados, pode ser realizado um tratamento conservador, com compressas de água quente, pomadas antibióticas. Também pode ser usado fio dental ou fios de algodão sob a unha, para aliviar a pressão causada no local. Alguns recomendam a utilização de cânulas plásticas para permitir que a unha cresça no interior da cânula (método de gutter).3 Se o tratamento conservador de uma unha encravada menor não tiver êxito ou se a unha encravada é grave, o tratamento cirúrgico é necessário.3

Casos mais graves são tratados cirurgicamente.

Calendário bolsa família 2015 mg

Calendário bolsa família 2015 mg (4)A Rede de Proteção Social consistiu na junção de diferentes programas de cunho social que coordenam esforços voltados à assistência da classe brasileira mais carente, definida a partir de parâmetros de renda e constituição familiar, tendo início no governo de Fernando Henrique Cardoso, em 1995, como forma de redistribuição de renda e combate a pobreza, viabilizando o desenvolvimento social, tanto de forma imediata, como mediata, agindo progressivamente, à medida que cada geração beneficiada pode ter a oportunidade de proporcionar uma melhoria nas condições sociais, também, de seus descendentes. Foi desativada no início do governo Lula, sendo alguns programas incorporados ao Fome Zero.

A Rede de Proteção Social buscou proporcionar uma melhor redistribuição da renda, a partir de uma atenção maior às pessoas mais carentes e às suas desigualdades no escopo de retirá-las da exclusão.

Saiba

Essas medidas sócio-políticas que visam combater a desigualdade social e a precariedade de vida, num prazo curto, têm capacidade de gerar melhorias também a médio e longo prazo, a medida que podem proporcionar que a pobreza seja passada a próxima geração num grau menor de miséria, conduzindo-se para uma evolução natural do capital humano.

A ideia não está restrita ao Brasil, pois se alastra por todo o mundo, principalmente nos países menos desenvolvidos, como África do Sul, Etiópia, Quênia, Paquistão, México, dentre outros.

O mais interessante desses programas está no seu caráter condicional. Para que haja a transferência de um benefício, o cidadão deve preencher certos requisitos, como, por exemplo, cuidar para que seus filhos não deixem de frequentar a escola. Assim é possível dar maior objetividade e direção a cada programa da rede.

 

Caderno do aluno 2015 respostas

Caderno do aluno 2015 volume 2 (1)As regras que governam as operações aritméticas são as da álgebra elementar e as propriedades mais profundas dos números inteiros são estudadas na teoria dos números. A investigação de métodos para resolver equações leva ao campo da álgebra abstrata, que, entre outras coisas, estuda anéis e corpos — estruturas que generalizam as propriedades possuídas pelos números. O conceito de vetor, importante para a física, é generalizado no espaço vetorial e estudado na álgebra linear, pertencendo aos dois ramos da estrutura e do espaço.
O ensino da geometria.
O estudo do espaço se originou com a geometria, primeiro com a geometria euclidiana e a trigonometria; mais tarde foram generalizadas nas geometrias não-euclidianas, as quais cumprem um papel central na formulação da teoria da relatividade. A teoria de Galois permitiu resolverem-se várias questões sobre construções geométricas com régua e compasso. A geometria diferencial e a geometria algébrica generalizam a geometria em diferentes direções: a geometria diferencial enfatiza o conceito de sistemas de coordenadas, equilíbrio e direção, enquanto na geometria algébrica os objetos geométricos são descritos como conjuntos de solução de equações polinomiais. A teoria dos grupos investiga o conceito de simetria de forma abstrata e fornece uma ligação entre os estudos do espaço e da estrutura. A topologia conecta o estudo do espaço e o estudo das transformações, focando-se no conceito de continuidade.

Entender e descrever as alterações em quantidades mensuráveis é o tema comum das ciências naturais e o cálculo foi desenvolvido como a ferramenta mais útil para fazer isto. A descrição da variação de valor de uma grandeza é obtida por meio do conceito de função. O campo das equações diferenciais fornece métodos para resolver problemas que envolvem relações entre uma grandeza e suas variações. Os números reais são usados para representar as quantidades contínuas e o estudo detalhado das suas propriedades e das propriedades de suas funções consiste na análise real, a qual foi generalizada para análise complexa, abrangendo os números complexos. A análise funcional trata de funções definidas em espaços de dimensões tipicamente infinitas, constituindo a base para a formulação da mecânica quântica, entre muitas outras coisas.

Para esclarecer e investigar os fundamentos da matemática, foram desenvolvidos os campos da teoria dos conjuntos, lógica matemática e teoria dos modelos.

Quando os computadores foram concebidos, várias questões teóricas levaram à elaboração das teorias da computabilidade, complexidade computacional, informação e informação algorítmica, as quais são investigadas na ciência da computação

Verifique aqui
O conjunto de Mandelbrot.
Uma teoria importante desenvolvida pelo ganhador do Prémio Nobel, John Nash, é a teoria dos jogos, que possui atualmente aplicações nos mais diversos campos, como no estudo de disputas comerciais.

Os computadores também contribuíram para o desenvolvimento da teoria do caos, que trata do fato de que muitos sistemas dinâmicos não-lineares possuem um comportamento que, na prática, é imprevisível. A teoria do caos tem relações estreitas com a geometria dos fractais, como o conjunto de Mandelbrot e de Mary, descoberto por Lorenz, conhecido pelo atrator que leva seu nome.

Um importante campo na matemática aplicada é a estatística, que permite a descrição, análise e previsão de fenômenos aleatórios e é usada em todas as ciências. A análise numérica investiga os métodos para resolver numericamente e de forma eficiente vários problemas usando computadores e levando em conta os erros de arredondamento. A matemática discreta é o nome comum para estes campos da matemática úteis na ciência computacional.

IPVA 2015 RJ, IPVA 2015 MG, IPVA 2015 SP

IPVA 2015 MG, IPVA 2015 SP, IPVA 2015 RJMini é uma marca do grupo automóvel alemão BMW desde 1994 (mais adiante para a reaquisição de Rover, revendeu desde então), e ao mesmo tempo um modelo de automóvel. BMW comercializou alguns anos no princípio o excêntrico de Míni, a frente de lançamento em 2001 um modelo novo. BMW escolheu escrever isto em capitais, MINI, diferenciar a série de veículos produzida desde 2001 do excêntrico de Míni, então. A segunda geração concebida (projetado) por BMW foi lançada (lançado) ao término de 2006. Míni é recusado no momento em seis corpos: sedan 3 portas, conversível (cabriolé), Clubman (fratura), Countryman (4×4), corte 2 lugares, e para cavalo estradeiro.

Um modelo com design copiado dos veículos MINI é fabricado na China pela montadora Lifan Motors. O hatch denominado 320 possui motor 1.3 16V a gasolina e acessórios como direção hidráulica; ar-condicionado; vidros, travas e espelhos com ajustes elétricos e duplo airbag frontal.1

O Mk I é a primeira geração de um modelo citadino compacto da MINI, marca pertencente do construtor automóvel alemão BMW. A única diferença do Mk I para o Mk I/D é que seu motor é a diesel.

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Alemanha (em alemão: Deutschland), oficialmente República Federal da Alemanha (em alemão: Bundesrepublik Deutschland, AFI: [ˈbʊndəsʁepuˌbliːk ˈdɔʏtʃlant] Ltspkr.png ouça),6 é um país localizado na Europa central. É limitado a norte pelo mar do Norte, Dinamarca e pelo mar Báltico, a leste pela Polônia e pela República Checa, a sul pela Áustria e pela Suíça e a oeste pela França, Luxemburgo, Bélgica e Países Baixos. O território da Alemanha abrange 357 021 quilômetros quadrados e é influenciado por um clima temperado sazonal. Com 81,8 milhões de habitantes em janeiro de 2010,3 o país tem a maior população entre os Estados membros da União Europeia e é também o lar da terceira maior população de migrantes internacionais em todo o mundo.7

A região chamada Germânia habitada por vários povos germânicos foi conhecida e documentada pelos romanos antes de 100 d.C. A partir do século X, os territórios alemães formaram a parte central do Sacro Império Romano-Germânico, que durou até 1806. Durante o século XVI, o norte da Alemanha tornou-se o centro da Reforma Protestante. Como um moderno Estado-nação, o país foi unificado pela primeira vez em consequência da Guerra Franco-Prussiana em 1871. Em 1949, após a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha foi dividida em dois estados, a Alemanha Ocidental, oficialmente “República Federal da Alemanha”, e a Alemanha Oriental, oficialmente “República Democrática Alemã”, ao longo das linhas de ocupação aliadas.8 A Alemanha foi reunificada em 1990. A Alemanha Ocidental foi um dos membros fundadores da Comunidade Europeia (CE), em 1957, que posteriormente se tornou na União Europeia, em 1993. O país é parte do espaço Schengen e adotou a moeda europeia, o euro, em 1999.9